João Carlos de Souza

 

Vive e trabalha em São Paulo SP
Cientificamente dois corpos não ocupam o mesmo espaço. Assim um objeto possui um único espaço e/ou ele é o espaço. Definimos a dimensão desse objeto pela altura, largura e profundidade (ou comprimento). A sua massa/matéria define sua forma, ou seja, o que vemos ou o que compreendemos, ou ainda, a leitura desse objeto se faz através do contorno ou o limite da matéria em contato com o ar. Esse ar, atrás, a cima e ao lado,
cria uma relação, sensorial, de tamanho e de distancia do objeto e o observador.
Essa percepção do objeto em três dimensões acontece através da profundidade.
A profundidade, a distância e/ou o espaço entre objeto e entre observador e o que está atrás, a cima , a baixo, ao lado do objeto, me motivou a pensar, a princípio, como espaço vazio e, hoje, como ar. Nesse caminho reflexivo surgiram algumas questões fundamentais para a minha produção:

Como nos relacionamos com os espaços vazios?
Qual a leitura que fazemos de um objeto tridimensional?
O que acontece quando deslocamos a nossa referencia espacial?
Como motivar o olhar para o espaço desconhecido, neutro e virtual?
Se a leitura do objeto se dá pelo limite da sua forma com o ar que o circunda, posso olhar esse ar como fundo do objeto?
Como o fundo é uma característica da imagem bidimensional, o objeto que observamos
é registrado como uma imagem bidimensional, virtual, ou tridimensional, real?

www.joaocarlosdesouza.com.br

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