LOZ-2962 STUDIO – Chiu Yi Chih e Irael Luziano c/ colaboração de Guidival Verde

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Textura multimídia buscando como material não apenas o corpo vivo do performer, mas também espacialidades escultórico-sonoras, dança, poesia e filosofia, Philomundus trabalha em torno do conceito de Metacorporeidade. A ideia fundamental é que toda corporeidade em seu contato com outras corporeidades se metacorporifique na sua contínua impermanência. O termo “metacorporeidade” criado pelo LOZ une o prefixo grego metá – que significa “em companhia de” (interação), “dentro de” (espacialização) e “depois de” (passagem) – à palavra “corporeidade”, sugerindo as noções de interação, passagem e temporalização/espacialização. Enquanto o músico manipula sintetizadores criando modulações sonoras no espaço, o performer, afetado por tais sonoridades, reescreve caligrafias metacorporificáveis de acordo com o deslocamento flexível da escultura. A escultura funciona como uma espécie de prótese acoplada ao corpo que lhe permite novos reposicionamentos espaciais. Nessa ambiência, uma voz robótica se costura com outras variantes sonoras e corpóreas, compondo um amplo espectro paródico de fragmentos imaginários da própria identidade híbrida do performer.
Nesse contexto, problematizam-se a relação Homem-Máquina-Mundo, a noção
de Sujeito e a sua ideia correlata de temporalidade homogênea.

http://philomundus.blogspot.com.br/

 

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